sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

KE : Cansei!



Olá, meus caros!!!
Nossa q preguiça de postar....rs
Bem, mas vamos lá!
Hje eu vou falar um pouco sobre um transtorno q afeta uma grande parte da população mundial, o Esgotamento. É, eu sei q é complicado e q dá aquela vontade louca de largar tudo. Mas como tudo na vida, agente aprende com esses surtos...rs
Ai, eu mesma já sofri de transtorno de adaptação. Surtante....Não desejo pra ngm....hehe
Para entender tudo isso, nda melhor q a explicação de especialistas.


Esgotamento

É muito tênue o limite entre a loucura e a desrazão. A expressiva maioria dos Transtornos Afetivos, onde se incluí a Depressão, proporciona atitudes psicoemocionais não alienantes, ou seja, proporcionam um descontrole da crítica e do juízo muito mais próximo da desrazão que da alienação. As patologias alienantes são as esquizofrenias, demências, deficiências mentais, psicoses orgânicas e surtos de mania.

Devemos considerar o estresse uma ocorrência fisiológica e normal no reino animal. O estresse é a atitude biológica necessária para a adaptação do organismo à uma nova situação. Em medicina entende-se o estresse como uma ocorrência global, tanto do ponto de vista físico quanto do ponto de vista emocional. As primeiras pesquisas médicas sobre o estresse estudaram toda uma constelação de alterações orgânicas produzidas no organismo diante de uma situação de agressão.

Fisicamente o estresse aparece quando o organismo é submetido à uma nova situação, como uma cirurgia ou uma infecção, por exemplo, ou, do ponto de vista psicoemocional, à uma situação entendida como de ameaça. De qualquer forma, trata-se de um organismo submetido à uma situação nova (física ou psíquica), pela qual ele terá de lutar para adaptar-se, conseqüentemente, sobreviver. Portanto, o estresse é um mecanismo indispensável para a manutenção da adaptação à vida, indispensável pois, à sobrevivência.
Esgotamento

Atualmente esse termo é de uso corrente entre as pessoas participantes daquilo que chamamos vida moderna. Ninguém gosta de pensar na Ansiedade, no Estresse, no Esgotamento ou na Depressão como formas de algum transtorno emocional, é claro. Isso pode parecer muito próximo do descontrole, da "piração" ou da loucura e, como de fato, todos temos a possibilidade de, pelo menos uma vez na vida, sermos afetados pelo estresse, pelo esgotamento ou pela depressão, então será melhor não considerá-los como formas de algum transtorno emocional.

O que popularmente (e corretamente) se conhece por esgotamento teria origem em duas ocasiões (Figura 1): primeiro, quando a situação à qual a pessoa terá que se adaptar (estímulo externo ou interno) for suficientemente importante e duradoura para gerar forte tensão. Nesse caso haverá esgotamento por falência adaptativa, devido aos esforços (emocionais) para superar uma situação de forte tensão, normalmente considerada provocativa do ponto de vista subjetivo ou objetivo (situação b da Figura 1). Isso quer dizer que o estímulo necessário para desencadear o estresse seria ameaçador tanto para a pessoa que a ele está reagindo, quanto para outras pessoas submetidas à mesma situação.

Figura 1 - Situação de estressores.
Condição A: pessoa com estrutura normal suportando estressores normais da vida (valor 1). Menores chances de ruptura.
Condição B: pessoa com estrutura normal suportando estressores muito mais pesados (valor 3). Maiores chances de ruptura.
Condição C: pessoa com estrutura afetiva mais frágil suportando estressores normais da vida (valor 1). Maiores chances de ruptura.

Em segundo lugar, o esgotamento ocorre quando a pessoa não dispõe de estabilidade emocional suficientemente adequada para adaptar-se a vários aspectos da vida cotidiana. Os estímulos estressores, nesse caso, são estressores exclusivamente para essa determinada pessoa, portanto, objetivamente falando, são estímulos não tão traumáticos (situação c da Figura 4). Isso quer dizer que a pessoa sucumbiria emocionalmente a situações não tão aversivas para outras pessoas colocadas na mesma situação mas, não obstante, particularmente agressivas a ela. Seria uma ameaça subjetivamente representada.

Digamos, então, que o esgotamento ou a ansiedade crônica e patológica poderiam surgir em duas circunstâncias: 1 - decorrente daquilo que o mundo traz à pessoa (seu destino) e; 2 - decorrente daquilo que a pessoa traz ao mundo (sua sensibilidade pessoal).

O assunto poderia ser tratado dessa forma simples e prática, sem mistérios, se não fosse o ditado popular de que "cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça". Isso sugere a idéia de que o destino pode, não obstante, modular ou condicionar determinada forma de valorizar a realidade, a tal ponto que os fatos poderiam, dependendo das vivências de cada um, significar estímulos de maior ou menor capacidade estressora.

Assim sendo, podemos supor que nossos filtros afetivos tenham, não apenas uma natureza constitucional ou biológica mas, sobretudo, uma natureza bio-psíco-dinâmica. Nesse caso, a serotonina, o GABA, os neuroreceptores variados, a adrenalina e as vias neuronais, representariam a porção constituição da personalidade que reage à vida, de maneira específica e pessoal. A vida ou o destino em si, por outro lado, representariam o elemento circunstancial da personalidade que reage à vida.

Assim sendo, a situação conhecida por esgotamento não se limita às questões adaptativas de natureza eminentemente emocional, como acreditam muitos. Fisicamente há no esgotamento alterações significativas em todo organismo, a começar pelas glândulas supra-renais (de adrenalina e cortisona). Por causa das alterações hormonais produzidas nessas glândulas no "esgotamento", poderá haver dificuldades no controle da pressão arterial, alterações do ritmo cardíaco, alterações no sistema imunológico e no controle dos níveis de glicose do sangue, entre muitas outras modificações orgânicas. Psiquicamente, a ansiedade crônica do "esgotamento" acaba levando a um estado de apatia, desinteresse, desânimo e uma espécie de pessimismo em relação à vida.

Organicamente, no esgotamento, há alterações significativas nas glândulas supra-renais (de adrenalina e cortisona), há dificuldades no controle da pressão arterial, há alterações do ritmo cardíaco, alterações no sistema imunológico, no controle dos níveis de glicose do sangue, entre muitas outras. Psiquicamente a ansiedade crônica ou esgotamento leva à um estado de apatia, desinteresse, desânimo e uma espécie de pessimismo em relação à vida. Se hoje sabemos muito sobre o estresse e a ansiedade, tanto do ponto de vista comportamental quanto neuroquímico, pouco sabemos ainda sobre seu aspecto principal ou primordial.

Estamos falando sobre esse tal estímulo desencadeador. É por aí onde tudo começa, ou seja, todas as reações orgânicas, as atitudes, emoções, comportamentos, alterações químicas fisiológicas, etc e tal, começam sempre à partir do tal estímulo.

Transtorno de Estresse Pós-Traumático
Conceituar e discutir o Transtorno por Estresse Pós-Traumático (TEPT) é bastante atraente para o estudo antropológico e sociológico do mundo contemporâneo. Esse é, talvez, o maior prejuízo não-material que a violência da sociedade moderna impõe ao cidadão. A pessoa vítima de um assalto, por exemplo, pode amargar um prejuízo emocional muito maior e mais durável do que a querela material com que todos se preocupam. E esses prejuízos emocionais não aparecem nas estatísticas políticas, sociais ou policiais.

A diferença entre o Transtorno por Estresse Pós-Traumático e o Transtorno de Adaptação se resume a dois aspectos:

1. - Quanto ao tipo de estressor. O Transtorno de Adaptação ou de Ajustamento é uma resposta emocional aos estressores mais comuns do cotidiano, enquanto no Transtorno por Estresse Pós-Traumático o estressor deve ser extremamente intenso, deve ter uma natureza excepcionalmente ameaçadora ou catastrófica, e que provocaria sintomas evidentes de perturbação na maioria dos indivíduos submetidos a ele.
2. - Quanto ao tempo da reação. O Transtorno de Adaptação ou de Ajustamento é uma resposta emocional crônica aos estressores que se sucedem no cotidiano, como se fosse uma somatória de várias circunstâncias diante das quais as pessoas vão, paulatinamente, apresentando alterações emocionais; mudança de cidade, mudança de emprego, revés econômico, perda do emprego, etc. No Transtorno por Estresse Pós-Traumático o estressor é único e a reação é aguda, o quadro todo aparece em pouco tempo (dias), imediata ou mediatamente ao estresse vivido.

Quando a mídia noticia a violência do cotidiano, em todas as esferas, há um zelo especial em informar bem sobre os prejuízos diretos da violência, principalmente, sobre os danos físicos e os prejuízos materiais envolvidos nessa comoção da vida moderna. Mas isso não reflete o total dos prejuízos que sofre a pessoa.

Nas últimas décadas tem havido um aumento da prevalência do Transtorno por Estresse Pós-Traumático para a população em geral, com taxas mais altas ainda entre adolescentes e adultos jovens. O aumento da prevalência implica num aumento real da possibilidade de ocorrência de Transtorno por Estresse Pós-Traumático durante o tempo de vida da pessoa.

Ainda que, por definição, a vivência traumática para produzir um Transtorno de Estresse Pós-Traumático se centralize em experiências humanas consideradas "fora do normal", como por exemplo, combates militares, torturas e desastres naturais, seqüestros, terrorismo, etc, também a agressão urbana cotidiana e desmedida, bem como o diagnóstico de uma doença potencialmente mortal, a ameaça de falência econômica e, conseqüentemente existencial, atualmente também tem sido suficiente agente estressante para produzir reações igualmente traumáticas (DSM-IV).

A busca de objetividade da psiquiatria sobre aquilo que, exatamente, poderia ser considerada uma vivência traumática suficiente para justificar grave estresse, tem sido uma atitude muitas vezes insensata. Seria o medo da morte, o medo da doença, do sofrimento, seria o componente econômico, familiar, social, ocupacional...? Enfim, como e o quê seria, exatamente, um motivo vivencial suficientemente estressante para ocasionar o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático ou mesmo de algum outro transtorno emocional?

Talvez seja o peso da somatória de uma série de estressores não tão grandes mas, em seu conjunto, suficientemente fortes para uma grande solicitação emocional adaptativa. Às vezes tem sido difícil identificar um determinado e específico estressor, dentro da constelação de vivências múltiplas que constituem a experiência da vida moderna, definitivamente associado às manifestações do estresse. Mas isso não quer dizer que teremos de "inventar" uma outra denominação para transtornos emocionais só porque não houve terremoto, guerra ou outra grande catástrofe.

O quadro do Transtorno por Estresse Pós-Traumático revive o antigo problema das relações entre acontecimentos traumáticos da vida e a eclosão de doenças emocionais. Dependendo de cada região ou país do mundo, os agentes causais do Transtorno por Estresse Pós-Traumático têm características e incidências próprias. Em alguns países o terrorismo é uma das principais manifestações da violência que contribui para a patologia pós-traumática, em outras regiões têm sido as catástrofes naturais, as guerras, etc (Medina, 2001). Em nosso caso, parece ser a violência urbana e a insegurança a que se submetem os cidadãos, os principais promotores do Transtorno de Estresse.

O Transtorno de Estresse Pós-Traumático se diagnostica quando uma pessoa volta a experimentar uma emoção traumática com evocações, lembranças, sonhos, cenas retrospectivas, ou até alucinações perturbadoras e intrusivas, tempos depois da ocorrência de um acontecimento fortemente estressor.

Ao experimentar o traumatismo o paciente costuma apresentar pesadelos e pensamentos invasivos (que independem se sua vontade) muito negativos, pessimistas e trágicos, ao evitar recordações do trauma faz com que ele evite situações relacionadas e afins (sair de casa, falar com estranhos, caminhar no escuro, ficar sozinho, etc). Havendo aumento da excitabilidade, apresentará perturbações do sono, hipervigilância, ansiedade e irritabilidade. Outras respostas emocionais, comumente associadas com tais traumatismos, são o desespero, os sentimentos de culpa por medidas tomadas ou evitadas e angustia.

Até certo ponto, o Transtorno por Estresse poderia ser considerado uma reação normal do organismo à um acontecimento anormal. Nesse caso o "defeito" seria mais do destino que da pessoa. Pensando assim, poderíamos tirar duas conclusões:

a - O trauma estressor é a causa exclusiva do Transtorno por Estresse Pós-Traumático e;
b - Esse estado mórbido pode ocorrer facilmente a qualquer pessoa, pois, de acordo com o conceito do CID-10 (Classificação Internacional de Doenças), para que um paciente seja classificado como portador de Transtorno De Estresse Pós-Traumático, deve ter vivenciado um estresse de tal magnitude que seria traumático para qualquer pessoa.

Apesar do conceito da CID-10, existe uma grande controvérsia quanto à possibilidade de uma vivência traumática ter como conseqüência, automaticamente, um transtorno emocional. É por isso que as pesquisas atuais estão dando mais importância ao aspecto subjetivo da vivência traumática capaz de produzir o estresse, do que ao estresse, propriamente dito. Os fenômenos psicofisiológicos do estresse são basicamente os mesmos entre as pessoas estressadas mas, diferentemente, as experiências traumáticas vivenciadas por essas pessoas podem ser bem diferentes.

Tendo em vista o fato de que, nem todas as pessoas expostas ao mesmo trauma desenvolvem algum transtorno emocional, podemos afirmar que o acontecimento traumático seria necessário mas não suficiente para o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático. Isso quer dizer que, embora o agente estressor esteja sempre associado ao desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático, ele pode não ser o único elemento a contribuir para seu desenvolvimento.

A atual literatura tem sugerido que o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático não depende só da gravidade do trauma em si, parecendo evidente que a sensibilidade afetiva e as experiências subjetivas de cada um são, no mínimo, tão importantes quanto ao trauma em si.

Nos últimos anos, estudos cada vez mais exaustivos do Transtorno por Estresse Pós-Traumático e dos possíveis mecanismos patogênicos envolvidos em sua eclosão, têm revelado um número de agentes estressantes continuamente crescente. Incluem-se, entre esses agentes estressores capazes de desenvolver o Transtorno por Estresse, desde conflitos bélicos, onde se descreveu inicialmente esse transtorno (antiga neurose de guerra), até os desastres naturais ou humanos, passando pela violência urbana, abuso físico ou sexual e as enfermidades ou acidentes com grave risco de vida (veja a página sobre TEPT).

Ballone GJ - Esgotamento - in. PsiqWeb, Internet - disponível em www.psiqweb.med.br,




Ah, é isso por hje...
Hje a preguiça me dominou...rs


Bjoooooooooos
E pensem...



PARA PENSAR:

"Esse vidro fechado
E a grade no portão
Suposta segurança
Mas não são proteção

E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você

Protótico imperfeito
Tão cheio de rancor
É fácil dar defeito
É só lhe dar poder"


De Você - Pitty

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

KE: Oras, novamente o Déjà vu...


Vc já teve a estranha sensação de trechos da sua vida se tornarem a repetir? Vc já já viu uma pessoa pela primeira vez e pensou que a conhecesse de algum lugar? Ao conversar com alguém, percebeu que já havia falado exatamente as mesmas palavras? Ou até se deparou com uma situação q lhe ocasionasse uma mesma sensação, emoção vivida exatamente igual anteriormente? Em alguma visita pela 1ª vez em um local, já lhe pareceu estranhamente familiar. Com tda certeza, vc já se encucou com isso, né?! E provavelmente vc até pensou em alguma manifestação sobrenatural ou algo do tipo, não é?! Pois é, isso acontece com muito mais frequência do q vc imagina e afeta principalmente pessoas de 15 a 25 anos e chama-se Déjà vu.

A expressão francesa, que significa “já visto”, é usada para indicar um fenômeno q acontece no nosso cérebro, e q afeta a maior parte da população mundial. O termo foi aplicado pela 1ªvez por Emile Boirac (1851-1917), um estudioso interessado em fenômenos psicológicos.

Déjà vu é quando nós vemos ou sentimos algo pela 1ª vez e temos a sensação de já ter visto ou experimentado aquela sensação anteriormente.

Estudiosos dizem q, essa sensação é causada por um estado do cérebro, de fatores neuroquímicos. Os especialistas afirmam que o déjà vu é uma experiência baseada na memória e que os centros de memória do cérebro e q são responsáveis pelo fenômeno.

E de acordo, com o estudioso Arthur Funkhouser existem três tipos de déjà vu:

Déjà vécu

Normalmente usado como 'já visto' ou 'já vivido assim,' déjà vécu é descrito em uma citação de David Copperfield de Charles Dickens.

Todos já tivemos alguma vez a experiência de uma sensação, que surge ocasionalmente, de que aquilo que dizemos ou fazemos já o fizemos ou dissemos anteriormente há muito tempo, ou de que já estivemos algures no passado rodeados das mesmas caras, objectos ou circunstâncias, ou de que sabemos perfeitamente o que se vai dizer em seguida como se de repente surgisse da nossa memória.

Quando a maioria das pessoas fala em déjà vu refere-se a situações de déjà vécu. Pesquisas revelaram que cerca de ⅓ de todas as pessoas tiveram experiências destas, mais frequentes e talvez com maior intensidade na faixa etária dos 15 aos 25 anos. A experiência está geralmente associada a um evento muito banal, mas é tão forte que é relembrada por muitos anos após ocorrer.

Déjà vécu refere-se a uma ocorrência que envolve mais do que a mera visão, pelo que é incorrecto classificá-lo como "déjà vu". A sensação é muito detalhada, o sentimento é de que tudo é exactamente como foi anteriormente, por isso, as teorias que advogam que a situação teria sido lida previamente ou vivida numa vida anterior são inválidas, uma vez que essas ocorrências nunca poderiam recriar a situação com exactidão seja devido à falta de sentido do envolvimento seja pela presença de um ambiente moderno.

Recentemente, o termo déjà vécu foi usado para descrever sensações muito intensas e persistentes do tipo déjà vu, que ocorrem como sintoma de uma perturbação da memória.

Déjà senti

Esse fenômeno especifica algo "já sentido". Mas sem o mesmo sentido de déjà vécu, déjà senti é primeiramente ou igualmente exclusivo para um acontecimento mental, sem aspectos precognitivos, e raramente, permanece na memória da pessoa logo depois.

O Dr. John Hughlings Jackson recordou as palavras de um de seus pacientes que sofreu de epilepsia psicomotora num trabalho científico de 1989:

O que prende a atenção é o que a prendeu anteriormente, e com efeito soa familiar, tendo sido esquecido por algum tempo, sendo agora recuperado com uma ligeira sensação de satisfação como se o tivéssemos procurado. ... simultaneamente ou melhor logo de seguida estou perfeitamente consciente de que a recordação é fictícia e que não estou no meu estado normal. A recordação inicia-se sempre pela audição da voz de outra pessoa, ou pela verbalização dos meus pensamentos, ou por algo que estou a ler e que verbalizo mentalmente; penso que na fase anormal eu geralmente verbalizo algumas frases simples de reconhecimento como "sim - estou a ver", "claro - já me lembro", etc., mas um ou dois minutos depois não me consigo lembrar nem das palavras nem do pensamento verbalizado que estiveram na origem da recordação. Somente estou firmemente convicto que elas se parecem com o que senti anteriormente sob condições anormais similares.
'

Déjà visité

Essa sensação é menos comum e envolve um estranho conhecimento de um novo lugar. Quem passa por essa situação, pode conhecer tudo a sua volta em uma cidade que nunca tenha visitado antes. E ao mesmo tempo saber que isso não seria possível.

Sonhos, reencarnação e até uma "viagem fora do corpo" não estão excluídas da lista de possíveis explicações para esse fenômeno. Alguns acreditam que ler um informativo detalhado sobre um lugar pode causar este sentimento quando se visita esse local mais tarde. Dois exemplos famosos dessa situação foram descritos por Nathaniel Hawthorne em seu livro Our Old Home e por Sir Walter Scott em Guy mannering. Hawthorne reconheceu as ruínas de um castelo na Inglaterra e depois pôde verificar vestígios da sensação em uma peça escrita sobre o castelo por Alexander Pope, dois séculos atrás. C. G. Jung publicou um informativo sobre déjà visité em seu artigo no synchronicity em 1952.

Para diferenciar o dejà visité do dejà vécu, é importante identificar a causa da sensação. Déjà vécu é uma referência a ocorrências e processos temporais. Enquanto déjà visité tem mais ligações a dimensões geográficas e espaciais.

Jamais vu

Do francês para "nunca visto", a expressão significa explicitamente não recordar ver algo antes. A pessoa sabe que aconteceu antes, mas a experiência faz-se sentir estranha. Descrito frequentemente como o oposto do déjà vu, os jamais vu envolvem uma sensação de medo e a impressão de observador da situação pela primeira vez, apesar de, racionalmente, saber que estiveram na situação antes. Jamais vu é associado às vezes com determinados tipos de amnésia e de epilepsia. Um gracejo velho da internet classificou a este sentimento como o vujà dé presque vu: da língua francesa, significando "quase visto", mas não completamente, recordando algo. Frequentemente muito desorientador e distrativo, o presque vu conduz raramente a uma descoberta real. Frequentemente, alguém que experimente um presque vu dirá que está à beira de uma epifania (súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo.). Presque vu é muitas vezes referido por pessoas que sofrem de epilepsia ou de outras perturbações cerebrais relacionadas com convulsões, tais como labilidade do lóbulo temporal.



Bem, como vc pode perceber o Deja Vu esta muito presente no nosso cotidiano e já intrigou muita gente. Acredito que ele desencadei uma série de situações e reflexões pessoais e, q de certa forma é muito construtivo para amadurecimento de qql ser.

Esse fênomeno sempre ocasiona aquela pulguinha atrás da orelha, e desperta muitos seres pensantes para colocar suas cabeçinhas a funcionar.Então, gente é isso. Pensem já.....!




"Para Pensar'':

"...Sonhar só não dá em nada, é uma festa na prisão..."

Cazuza



quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

KE: Destino da fênix


Meus caros!!!
Quanto tempo, não?!
Bem, depois de turbilhões na minha vida, eis que ressurgi das cinzas...acho q aceitei o destino da fênix...hehe
Sabem, acho q passei a pior e a melhor fase da minha vida ultimamente.
Algum tempinho atrás, encontrei uma pessoa que me causou algumas reacções q eu acreditava só existirem apenas nos grandes romances literários, senti aquele furacão dentro de mim, aquele borboletear na barriga, os olhos brilharem, coração esquentar, enfim me senti plena.
Vivi um sonho, me apaixonei, fui feliz, me permiti ter esperanças. Ri, chorei, rolei, brinquei, briguei, beijei, berrei e amei....É, eu deveria ter evitado muita coisa mas não consegui.

Ás vezes penso, q aparecem as pessoas certas na hora errada. Conheci o amor da minha vida e vivi esta paixão. Estive tão apaixonada. Queria um relacionamento pra vida toda, um conto de fadas. Infelizmente não consegui enxergar tdo com lucidez, me prendi em minhas fantasias, confundi a realidade e enlouqueci com cobranças, crises e ciúmes inúteis.
Se vcs imaginassem o ódio que me dá toda vez que eu imagino atitudes diferentes que eu deveria ter tomado. Essa maldita Epifania tardia. Meo, pq a minha ficha não caiu antes? Pq a gente só dá valor qnd perde?
Ai, assim não dá....
É, eu agi com crueldade, fui insana, ciumenta, bicho do mato, faltei com respeito, parasitei, me alterei totalmente em nome de uma paixão doentia. Perdi totalmente minha ética, meus valores, meus sonhos, minhas metas, me prendi em um mundo paralelo, uma bolha, perdi totalmente o meu valor, já não me achava suficiente, bonita, querida, ao menos deseja;
Queria muito ser insubstituível, mesmo sabendo q isso é impossível. Já estava a ponto de suplicar para que me amasse, mesmo sabendo q nunca me amaria qnt eu esperava. Queria encher meu ego com falsas promessas, emoções, sentimentos.
No calor da paixão até cometi o erro de me declarar, não que não fosse verdadeiro, sincero mas foi precipitado, infeliz. Realmente, eu o assustei e foi daí pra frente que coisa ficou feia. Ele não teve a reacção q eu esperava. Isso me apavorou, me desesperei, me ceguei e logo cheguei aos surtos. Tudo virou motivo, me descontrolei e além de sair do meu eixo, quis levar todo mundo pro buraco comigo.
Assim, q meu pavio acabou(pela 1ª vez!) tive a atitude desesperada de terminar tudo. Queria infinitamente ser amada, assim como eu o amava. Pedi muitos conselhos, não aceitei metade e acredito q na hora do nervoso os piores influenciaram muito. Ensaiei diálogos, conflitos e retóricas q não aconteceram nem de longe. Qnd o coloquei na parede, eu não segurei a barra. Chorei incontrolavelmente e berrei q qria me separar, q não aguentava mais toda situação. Bem, provavelmente até hje ele não me entendeu e de certa forma nem eu entendi. Não era o q eu qria e muito menos o q eu esperava. Eu, nem preciso dizer o qnt me arrependi, ?!...É, pois é....E essa não foi a pior...
Logo depois entrei numa depressão "daquelas", não qria comer, conversar, sair e só me permitia chorar e dormir.
Depois de um tempo tivemos q nos rever e no estado q eu me encontrava eu só qria e agia para q ele me odiassem pra assim poder esquecer de tudo radicalmente. Ele não olhava na minha cara, isso me machucava profundamente, imaginava o qnt ele devia estar sentindo livre sem uma louca do lado. Ele cantava, brincava, pulava e eu continuava a definhar....Eu qria sumir. Sair do estado, país, mundo eu só qria sumir!
Ele me procurou depois de um tempo,veio me abraçar e eu fui extremamente agressiva, erradia e cruel. Me arrependi, mas não qria falar. Eu sonhava com seus braços e arrancaria meu coração a sangre frio por um beijo. Logo, ele me deu uma lição de moral do q eu estava fazendo com a minha vida e aos poucos a gente voltou a se tratar bem e quase ficamos juntos novamente.
Com o dia-a-dia, os compromissos, a convivência acabamos nos envolvendo mais uma vez. Mas não falamos no assunto, só deixamos acontecer. Isso deveria ser ótimo para uma mente sã. Para minha pessoa foi enlouquecedor. Qria conversar sobre coisas mais séria, mas evitava, qria ter uma postura um pouco mais firme e não podia; Eu não podia fazer planos, pensar no futuro, tudo era incerto demais!...Eu não suportaria por muito tempo essa situação...E foi o q aconteceu.
Apesar de todos os esforços, de todas as mudanças, de todos os carinhos eu já não conseguia enxergar mais nada bom, nada suficiente, nada parecido com aquele "amante perfeito" dos meus devaneios, confundi a realidade e ainda me permitia fazer reclamações, cobranças e loucuras em pró de uma ilusão minha.
Na minha segunda crise ( 2ª vez q o meu pavio queimou até o talo...rs), eu realmente pirei.
Cai numa tristeza profunda, perdi o sentido da vida, não me suportava mais. E nem preciso falar o qnt isso sobrou para a relação, ?!Bem, depois de uma resposta atravessada tudo foi por agua abaixo, pois foi motivo para desenterrar problemas antigos e descontar todas minhas frustrações naquele momento. Foi horrível, logo dormi para me acalmar e qnd acordei não me reconheci mais naquela atmosfera gélida, me senti deslocada, rejeitada e traída por aquele clima provocante e ruim.É surtei. Fiz tudo q não deveria, chorei, quebrei, me machuquei, berrei....E adivinhem...?.....Dei o tiro de misericórdia nesse amor.
Esse dia foi o pior dia que já passei na minha vida. Foi uma sensação terrível, foi como se tivessem tirado numa carnificina meu coração, meus olhos, meus sonhos, viva...sentindo cada latejar...cedenta para acabar com a minha existência ali.
Bem, a vida continuou. As feridas ficaram e doem, doem muito. É, eu me apaixonei por uma ilusão,mas percebi q eu realmente AMO esse cara de "carne e osso" com cada defeitinho e qualidade, com tudo que lhe torna tão especial, tão ele. Pena, que percebi muitas coisas tarde demais... Mas eu estou aqui. Bola pra frente meo, esse é o jeito....!
Hje dei um rumo para minha vida, tracei metas, tenho novos objetivos e não vou negar q não penso no amor.Mas agora qro algo diferente, não qro frescuras, brigas sem sentido e futilidades, eu qro uma pessoa companheira, que me respeite, que seja divertida, aventurada e amorosa. Acho, q depois de um tempo esses são os únicos valores que permanecem mesmo, então pra que complicar?! Engraçado, penso muito mais numa estrutura sólida, responsável do que a paixão avassaladora tão sonhada, penso a longo prazo, quero compartilhar os meus objetivos, qro formar uma família daqui a alguns anos, qro sim ter meus filhos, qro passar os meus valores, minhas conquistas e qro q se orgulhem de mim com todos os motivos.
E de agora em diante vou fazer de tdo para que isso se torne possível!!!
Infelizmente só aprendemos qnd chegamos as cinzas e é aí que optamos deixar o vento levar os restos ou, criarmos forças e nos tornarmos esplendorosas fênix definitivamente.
Tudo é possível, e tudo acontece qnd nos permitimos arriscar...

Bem é isso pessoal, depois de tudo.... vou postar aqui a mitologia dessa Ave inspiradora.

FÊNIX



A fênix ou fénix (em grego ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega e egípcia que quando morria entrava em auto-combustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em vôo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes.

Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A fénix, após erguer-se das cinzas, levava os restos do seu pai ao altar do deus Sol na cidade egípcia de Heliópolis (Cidade do Sol). A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.

Os gregos provavelmente copiaram dos egípcios a idéia da fénix. Esses últimos adoravam "benu", uma ave sagrada semelhante à cegonha. O "benu", assim como a fénix, estava ligada aos rituais de adoração do Sol em Heliópolis. As duas aves somente representavam o Sol, que morre em chamas toda tarde e emerge a cada manhã.

Segundo a uma antiga versão russa tinha o nome de pássaro de fogo, na qual vivia em chamas.

A fénix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causava em outros animais, chegava a provocar a morte deles.

Segundo a lenda, apenas uma fénix podia viver de cada vez. Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.

Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípicia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.

Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.

Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.

  • A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
  • Para os gregos, a fénix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
  • Os egípcios a tinham por "Benu" e estava sempre relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
  • Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Roxo, Azul, Vermelha, Branco e Dourado.

Para Pensar:
"Creio muito na sorte. Quanto mais trabalho, mais sorte pareço ter."
(Ralph Emerson)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

KE: Ano Novo, Vida Nova!!!


Quem diria q o ano de 2009 chegaria assim tão avalassador?!
Bem, como dizem os sábios depois da tempestade sempre vem o arco íris!....será?
Aí, eu já não sei! Vamos ver no q dá! Vou tentar não criar esperanças. Vamos ver onde a vida leva!
É, eu vou evitar olhar pro passado, vou evitar mexer nas feridas. Começar do zero é muito difícil, mas pelo menos eu não precisarei carregar mais pesos, apenas vou ter q traçar um novo caminho e encaixar cada tijolinho para construir definitivamente o meu castelo.
Ai, como isso dói. Tenho q reconstruir meu coração de caquinho em caquinho, talvez ele não fique perfeito, talvez ele não tenha conserto. Mas enquanto ele estiver em ritmo com a minha alma, ainda se encherá de sonhos!
Gostaria muito de começar um novo ciclo cheia de energia. Hje ñ é possível. Amanhã é incerto.
Mas enquanto houver vida, haverá esperança...

Para Pensar:
"A sorte favorece a mente bem preparada."
(Louis Paster)