Estive pensando em organizar os posts por temas...
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
KE: Vou mudar o blog!
Estive pensando em organizar os posts por temas...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
KE: Hécate - Sobre a Deusa Poesia
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
KE: O caos é um caminho...
sábado, 13 de junho de 2009
KE: Natural Blues...
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
oh, lordy, troubles so hard
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god
went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead
went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead...
sexta-feira, 1 de maio de 2009
KE: Saudamos os ancestrais...
Honremos nossos ancestrais!
Que meu imenso respeito e amor sejam enviados a aqueles que já tenham partido para o País de Verão.
Essa é a noite em que os véus se rompem...
Samhain, festival dos mortos. Rito sombrio e frio que de fogo se alimenta, queima e cura, luzes guiam para o País de Verão. Os Portais estão abertos e os seres estão livres entre os mundos, o manto de trevas estrelado se rompe e encontraremos o centro de todas as coisas, o espaço a partir da mais profunda obscuridade. Sentimentos e emoções envolvem mais uma vez como se nunca ocorrera a despedida...
A neblina desce, o frio cresce e a Sra. Ceifeira vaga pela Terra. Sua presença pode ser sentida no ar. O Sol está enfraquecendo, as sombras se expandem e as folhas caem, numa preparação ao Inverno que chegará. E chegará, rígido, cruel, sem dó. Quando a luz do Sol se despede, e o crepúsculo nos saudá, o reencontro é certo.
Lá fora, em janelas e imensos caminhos de Jack O' Lantern maus espíritos são afastados, todos os seres que insistam em perturbar se vão, estou protegida. Na noite da busca da luz, encontrarão somente a verdade interna, abram os olhos, abracem o que é sábio e vejam a luz de sua própria alma que ainda brilha. Ascendam as fogueiras! Cantemos nossa canção! Entrem na noite e vejam a luz, isso levará para meus sonhos, entrem na noite, deixem o espírito tomar vôo, no campo de infinitas possibilidades. Hoje é a noite do reencontro, nada irá impedir esse momento.
Nossa Ceia esta pronta,vamos reverenciar os que já partiram. Hoje é dia de Festa Ancestral. Seus lugares à mesa continuam, assim como em meu coração. O banquete esta servido, o brinde será feito. Celebremos o amor! Amor que ultrapassa os limites do tempo, espaço e dos mundos. Amor, continuo e sincero, celebremos o amor!
Vejam as mulheres, desejam incontrolavelmente o amor. Se reúnem na disputa do Barril D’água para conquista da primeira maça e assim desposarem. As que não possuem tanta sorte, se consultam com os oráculos em busca de prenúncios de casamentos e fortunas para o próximo ano que inicia. Cada uma segue sua estrela...
Essa é a última colheita, tempo em que só os fortes sobrevivem. Só uma pequena parte, suportara o novo caminho, os mais determinados e com fé chegarão ao final da roda, finalizarão o seu ciclo...
Em Samhain exercite o desapego. É tempo de refletir, analisar perdas e ganhos do ciclo anterior, comprender-las e estabelecer metas para o seguinte. Um ciclo se encerra, outro esta por vir...
Para Pensar:
"Aprenda, a seguir a faísca do desejo, sonhe no escuro e no coração acredite, tudo o que se crê é o que pode acontecer, dê nascimento aos sonhos de sua alma e renove o ciclo."
terça-feira, 10 de março de 2009
KE: Pq eu me sinto tão diferente???
Demorei pra voltar aqui, heimn?!...rs
Bem, ando gostando da minha vida livre!
Mas hje não sei se Eu, sou minha melhor companhia.
Meu maior medo hje é ser isolada por não acompanhar padrões de uma sociedade tão superficial.
Ás vezes, penso q deveria tentar agir de outra maneira, pensar menos e agir mais. Tenho um grande problema de não saber dosar nada! Acabo fazendo cada besteira...rs
Sei que é bom errar pra aprender sempre. Mas tem coisas q só acontecem comigo, acho q é carma, sei lá....kkkkkkkkkk.
Nossa como é difícil viver o hje e não pensar no amanhã. Parece q nada não faz sentido!
Acho que tenho mais para oferecer do que o mundo pode me dar, qria saber mudar isso.
Ah, mas não sei....Apesar de tudo eu ando muito feliz, tudo caminha perfeitamente em seu tempo, tudo flui e sei q tbm estou progredindo, lógico q dando grandes tropeços e tudo mais, porem seguindo, sempre.
Sei q faço a diferença, vou caminhando....
um dia acho a saída do meu labirinto emocional. Um dia encontro a saída...
PARA PENSAR:
"Meu maior medo é escrever para não pensar..."
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
KE: Simples assim....
Lealdade é respeitar o todo;
Excluir uma pessoa não te torna mais popular;
Não são as marcas que vão te rotular;
Chingar alguém de gordo não te emagrece;
Se cegar pela raíva não muda nenhuma situação;
Falar que alguém é fraco não te fortalece;
Prazer momentaneo não lhe traz satisfação;
Dizer que uma pessoa é metida não te traz a humildade;
Trair seus sentimentos é enganar a si próprio;
Dizer que uma pessoa é triste não te traz felicidade;
Tratar as pessoas como opções não lhe traz prioridade;
Status não lhe traz nada de duradouro;
Falar que alguém é insignificante não te engrandece;
Dinheiro não compra felicidade;
Conhecer muita gente não é o mesmo que ter amigos;
Beijos não são promessas;
Ser famoso é diferente de ser querido;
Dividir sorrissos não tem o mesmo peso do que dividir lágrimas;
Evitar o amadurecimento, não lhe torna mais jovem;
Promessas não se concretizam sem ações;
Vulgar não é o mesmo que sexy;
Atração é diferente de amar...
Amar não é só dizer: EU TE AMO"
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
KE: Quando me amei de verdade

KE: Vc já visitou a ilha do medo?

Hje meu post vem direto do túnel do tempo, em meados de 1900. Trazendo uma história sinistra, brasileiríssima e com muita cultura. Alias, uma dica de passeio/trilha uma oportunidade para qm qrer conhecer um pouquinho mais sobre o nosso pais!
A Ilha Anchieta é a segunda maior ilha do litoral de São Paulo (828 hectares) e um dos principais atrativos turísticos do Município de Ubatuba. Protegida com a criação do Parque Estadual da Ilha Anchieta, apresenta aos visitantes um grande espetáculo da natureza.
"O presídio da Ilha Anchieta começou a ser construído em 1902, quando foram desapropriadas cerca de 412 famílias de colonos e caiçaras que habitavam o local. Mas em 1914 a Colônia Penal foi extinta, sendo os detentos transferidos para Taubaté. Em 1928 o presídio volta a funcionar, desta vez sendo destinado principalmente a presos políticos. Pouco depois a ilha, que se chamava na época Ilha dos Porcos, foi rebatizada como Ilha Anchieta em homenagem ao jesuíta. No ano de 1942, com aproximadamente 273 detentos, a Colônia Penal passa a ser denominada como Instituto Correcional da Ilha Anchieta, passando a receber como residentes também soldados e suas famílias. A desativação do presídio ocorreu após a sangrenta rebelião de junho de 1952."
Logo após o descobrimento do Brasil, por volta de 1.550, a Ilha Anchieta era habitada pelos índios Tamoios e Tupinambás. Eles chamavam a ilha de Tapira, traduzido como “lugar calmo”. Os Tupinambás tinham como grande líder o cacique Cunhambebe. É um personagem de extrema importância, pois nessa época ocorriam diversos conflitos e os portugueses colonizadores. Os Jesuítas missionários José de Anchieta e Manoel da Nóbrega conseguiram uma aproximação amistosa com Cunhambebe, que resultou no famoso Tratado da Paz de Iperoig, firmado no dia 14 de setembro de 1563. A partir daí, os portugueses puderam ter mais tranqüilidade para a ocupação da colônia.Foi iniciada então a ocupação da ilha, não só por portugueses mas também holandeses, franceses e outros europeus. Viviam basicamente da pesca e da agricultura. Aos poucos o povoado da ilha foi se desenvolvendo, ganhando uma pequena igreja, vendo crescerem pequenos negócios e até um cemitério foi construído. Em 1885, a Ilha passou a ser denominada Freguesia do Senhor Bom Jesus da Ilha dos Porcos.
Em 1902 a Ilha era mais conhecida como Ilha dos Porcos, quando nela foi construída uma Colônia Penal. Para tanto, foram desapropriadas cerca de 412 famílias. Esta colônia viria a ser desativada em 1914, com os presos sendo transferidos para presídios de Taubaté; mas, em 1928 foi reativada e para abrigar os presos políticos do período da ditadura de Getúlio Vargas. Nesta época, além dos habitantes originais, passaram a morar na ilha os soldados e seus familiares.A Ilha dos Porcos passou a ser denominada Ilha Anchieta em 1934 como parte das homenagens ao quarto centenário do nascimento do Padre José de Anchieta.Em 1942 a antiga colônia penal se transformou no Instituto Correcional da Ilha Anchieta. Para saber, mais:
http://www.litoralnorte.com.br/ilhaanchieta/ruinas.htm
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
KE: Ei, " O Pequeno Princípe" vive!
Boa noite meu caros!
É com muita satisfação q falo hje sobre um livro da vida, na minha opinião um livro obrigatório para todo Ser Humano q cresce e qr crescer. Um livro para se ler várias e várias vezes, se emocionar e refletir, " O Pequeno Princípe" trás lições essenciais para superar milhares de situações com um pensar positivo.
O Pequeno Príncipe é um livro pra se ler naquelas horas q se precisa reconsiderar valores. Reconforta, nos faz sentir melhores, é como se justificasse o sofrimento, faz dele algo bom, necessário, uma consequência de qm é capaz de amar alguém.
Nos trás aquele mundo lúdico, sonhos e metáforas, ajudam a diluir a tristeza, amenizando o conteúdo, dando-lhe o tom nostálgico de alguém que relembra a infância e provocando até certa catarse.
Assim, Saint-Exupéry o autor sensível e genial, aborda assuntos sérios, com teor crítico, mas q, ao mesmo tempo, dá vontade de apertar, chorar, mudar. Nos faz perceber o quão estúpidas são nossas ambições, nos preocupando com besteiras enquanto vamos esquecendo o que realmente vale a pena...
Sinopse:Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry
O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!
Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.
Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.
Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.
" Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas...."
"O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte".
"Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros."
" Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.
"Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas."
" Sois belas, mas vazias. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus a redoma. Foi a ela que abriguei com o para-vento. Foi dela que eu matei as larvas. Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa."
"Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música."
"Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração..."
"Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante!"
"Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos."
"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém... Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"
"Se você ama uma flor o qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, fica feliz enquanto a contempla."
"Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar."
"Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez sua rosa tão importante..."
"É preciso cortar os baobás para não crescerem... "as sementes são invisíveis. elas dormem no segredo da terra ate que cisme de despertar, então ela espreguiça, e lança timidamente para o sol um inofensivo galhinho. se é de roseira ou rabanete, podemos deixar que crença a vontade. mas qdo se trata de uma planta ruim, é preciso arrancar logo, mal a tenhamos conhecido...!"
"É preciso que suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. dizem q são tão belas.."
"Enquanto não se descobre que aquela plantinha é um baobá, nunca mais a gente consegue se livrar dele."
" É tão misterioso o país das lágrimas."
"Tu poderias cuidar de mim..."
"Ela exalava perfume e me alegrava."
"É claro que eu te amo... Foi minha culpa não perceberes isto. Mas não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Tenta ser feliz... Larga esta redoma não preciso mais dela."
"Não demores assim que é exasperante. Tu decidiste partir então vá."
" Agente se sente um pouco só no deserto... Entre os homens agente também se sente só."
"Vai rever as rosas. Assim compreenderá que a tua é a única no mundo."
"Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus numa redoma... Já que ela é minha rosa."
"Só as crianças sabem o que procuram... Perdem tempo com uma boneca de pano, e a boneca se torna muito importante, e choram quando ela lhes é tomada... -Elas são felizes."
"É bom ter tido um amigo mesmo se agente vai morrer."
"As estrelas são belas por causa de uma flor que não se pode ver..."
"...Minha casa escondia um tesouro no fundo de seu coração..."
"O que torna belo o deserto... é que ele esconde um poço em algum lugar."
"...quer seja a casa, as estrelas ou o deserto, o que os torna belo é invisível."
"Agente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar..."
"Eu percebi que não poderia suportar a idéia de nunca mais escutar esse riso..."
"Se alguém ama uma flor,
da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas,
isso basta para fazê-lo feliz...
Quando a contempla. Ele pensa:
Minha flor está lá, em algum lugar..."
"Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo..."
"Quando a gente tá triste gosta de ver o pôr-do-sol."
"Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. Mas poucas se lembram disso."
"As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?"
Pensem...
P.S:Vale a pena ver: http://www.youtube.com/watch?v=SoDHLXub_CE
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
KE : Cansei!

Nossa q preguiça de postar....rs
Bem, mas vamos lá!
Hje eu vou falar um pouco sobre um transtorno q afeta uma grande parte da população mundial, o Esgotamento. É, eu sei q é complicado e q dá aquela vontade louca de largar tudo. Mas como tudo na vida, agente aprende com esses surtos...rs
Ai, eu mesma já sofri de transtorno de adaptação. Surtante....Não desejo pra ngm....hehe
Para entender tudo isso, nda melhor q a explicação de especialistas.
É muito tênue o limite entre a loucura e a desrazão. A expressiva maioria dos Transtornos Afetivos, onde se incluí a Depressão, proporciona atitudes psicoemocionais não alienantes, ou seja, proporcionam um descontrole da crítica e do juízo muito mais próximo da desrazão que da alienação. As patologias alienantes são as esquizofrenias, demências, deficiências mentais, psicoses orgânicas e surtos de mania.
Devemos considerar o estresse uma ocorrência fisiológica e normal no reino animal. O estresse é a atitude biológica necessária para a adaptação do organismo à uma nova situação. Em medicina entende-se o estresse como uma ocorrência global, tanto do ponto de vista físico quanto do ponto de vista emocional. As primeiras pesquisas médicas sobre o estresse estudaram toda uma constelação de alterações orgânicas produzidas no organismo diante de uma situação de agressão.
Fisicamente o estresse aparece quando o organismo é submetido à uma nova situação, como uma cirurgia ou uma infecção, por exemplo, ou, do ponto de vista psicoemocional, à uma situação entendida como de ameaça. De qualquer forma, trata-se de um organismo submetido à uma situação nova (física ou psíquica), pela qual ele terá de lutar para adaptar-se, conseqüentemente, sobreviver. Portanto, o estresse é um mecanismo indispensável para a manutenção da adaptação à vida, indispensável pois, à sobrevivência.
Esgotamento
Atualmente esse termo é de uso corrente entre as pessoas participantes daquilo que chamamos vida moderna. Ninguém gosta de pensar na Ansiedade, no Estresse, no Esgotamento ou na Depressão como formas de algum transtorno emocional, é claro. Isso pode parecer muito próximo do descontrole, da "piração" ou da loucura e, como de fato, todos temos a possibilidade de, pelo menos uma vez na vida, sermos afetados pelo estresse, pelo esgotamento ou pela depressão, então será melhor não considerá-los como formas de algum transtorno emocional.
O que popularmente (e corretamente) se conhece por esgotamento teria origem em duas ocasiões (Figura 1): primeiro, quando a situação à qual a pessoa terá que se adaptar (estímulo externo ou interno) for suficientemente importante e duradoura para gerar forte tensão. Nesse caso haverá esgotamento por falência adaptativa, devido aos esforços (emocionais) para superar uma situação de forte tensão, normalmente considerada provocativa do ponto de vista subjetivo ou objetivo (situação b da Figura 1). Isso quer dizer que o estímulo necessário para desencadear o estresse seria ameaçador tanto para a pessoa que a ele está reagindo, quanto para outras pessoas submetidas à mesma situação.
Figura 1 - Situação de estressores.
Condição A: pessoa com estrutura normal suportando estressores normais da vida (valor 1). Menores chances de ruptura.
Condição B: pessoa com estrutura normal suportando estressores muito mais pesados (valor 3). Maiores chances de ruptura.
Condição C: pessoa com estrutura afetiva mais frágil suportando estressores normais da vida (valor 1). Maiores chances de ruptura.
Em segundo lugar, o esgotamento ocorre quando a pessoa não dispõe de estabilidade emocional suficientemente adequada para adaptar-se a vários aspectos da vida cotidiana. Os estímulos estressores, nesse caso, são estressores exclusivamente para essa determinada pessoa, portanto, objetivamente falando, são estímulos não tão traumáticos (situação c da Figura 4). Isso quer dizer que a pessoa sucumbiria emocionalmente a situações não tão aversivas para outras pessoas colocadas na mesma situação mas, não obstante, particularmente agressivas a ela. Seria uma ameaça subjetivamente representada.
Digamos, então, que o esgotamento ou a ansiedade crônica e patológica poderiam surgir em duas circunstâncias: 1 - decorrente daquilo que o mundo traz à pessoa (seu destino) e; 2 - decorrente daquilo que a pessoa traz ao mundo (sua sensibilidade pessoal).
O assunto poderia ser tratado dessa forma simples e prática, sem mistérios, se não fosse o ditado popular de que "cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça". Isso sugere a idéia de que o destino pode, não obstante, modular ou condicionar determinada forma de valorizar a realidade, a tal ponto que os fatos poderiam, dependendo das vivências de cada um, significar estímulos de maior ou menor capacidade estressora.
Assim sendo, podemos supor que nossos filtros afetivos tenham, não apenas uma natureza constitucional ou biológica mas, sobretudo, uma natureza bio-psíco-dinâmica. Nesse caso, a serotonina, o GABA, os neuroreceptores variados, a adrenalina e as vias neuronais, representariam a porção constituição da personalidade que reage à vida, de maneira específica e pessoal. A vida ou o destino em si, por outro lado, representariam o elemento circunstancial da personalidade que reage à vida.
Assim sendo, a situação conhecida por esgotamento não se limita às questões adaptativas de natureza eminentemente emocional, como acreditam muitos. Fisicamente há no esgotamento alterações significativas em todo organismo, a começar pelas glândulas supra-renais (de adrenalina e cortisona). Por causa das alterações hormonais produzidas nessas glândulas no "esgotamento", poderá haver dificuldades no controle da pressão arterial, alterações do ritmo cardíaco, alterações no sistema imunológico e no controle dos níveis de glicose do sangue, entre muitas outras modificações orgânicas. Psiquicamente, a ansiedade crônica do "esgotamento" acaba levando a um estado de apatia, desinteresse, desânimo e uma espécie de pessimismo em relação à vida.
Organicamente, no esgotamento, há alterações significativas nas glândulas supra-renais (de adrenalina e cortisona), há dificuldades no controle da pressão arterial, há alterações do ritmo cardíaco, alterações no sistema imunológico, no controle dos níveis de glicose do sangue, entre muitas outras. Psiquicamente a ansiedade crônica ou esgotamento leva à um estado de apatia, desinteresse, desânimo e uma espécie de pessimismo em relação à vida. Se hoje sabemos muito sobre o estresse e a ansiedade, tanto do ponto de vista comportamental quanto neuroquímico, pouco sabemos ainda sobre seu aspecto principal ou primordial.
Estamos falando sobre esse tal estímulo desencadeador. É por aí onde tudo começa, ou seja, todas as reações orgânicas, as atitudes, emoções, comportamentos, alterações químicas fisiológicas, etc e tal, começam sempre à partir do tal estímulo.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático
Conceituar e discutir o Transtorno por Estresse Pós-Traumático (TEPT) é bastante atraente para o estudo antropológico e sociológico do mundo contemporâneo. Esse é, talvez, o maior prejuízo não-material que a violência da sociedade moderna impõe ao cidadão. A pessoa vítima de um assalto, por exemplo, pode amargar um prejuízo emocional muito maior e mais durável do que a querela material com que todos se preocupam. E esses prejuízos emocionais não aparecem nas estatísticas políticas, sociais ou policiais.
A diferença entre o Transtorno por Estresse Pós-Traumático e o Transtorno de Adaptação se resume a dois aspectos:
1. - Quanto ao tipo de estressor. O Transtorno de Adaptação ou de Ajustamento é uma resposta emocional aos estressores mais comuns do cotidiano, enquanto no Transtorno por Estresse Pós-Traumático o estressor deve ser extremamente intenso, deve ter uma natureza excepcionalmente ameaçadora ou catastrófica, e que provocaria sintomas evidentes de perturbação na maioria dos indivíduos submetidos a ele.
2. - Quanto ao tempo da reação. O Transtorno de Adaptação ou de Ajustamento é uma resposta emocional crônica aos estressores que se sucedem no cotidiano, como se fosse uma somatória de várias circunstâncias diante das quais as pessoas vão, paulatinamente, apresentando alterações emocionais; mudança de cidade, mudança de emprego, revés econômico, perda do emprego, etc. No Transtorno por Estresse Pós-Traumático o estressor é único e a reação é aguda, o quadro todo aparece em pouco tempo (dias), imediata ou mediatamente ao estresse vivido.
Quando a mídia noticia a violência do cotidiano, em todas as esferas, há um zelo especial em informar bem sobre os prejuízos diretos da violência, principalmente, sobre os danos físicos e os prejuízos materiais envolvidos nessa comoção da vida moderna. Mas isso não reflete o total dos prejuízos que sofre a pessoa.
Nas últimas décadas tem havido um aumento da prevalência do Transtorno por Estresse Pós-Traumático para a população em geral, com taxas mais altas ainda entre adolescentes e adultos jovens. O aumento da prevalência implica num aumento real da possibilidade de ocorrência de Transtorno por Estresse Pós-Traumático durante o tempo de vida da pessoa.
Ainda que, por definição, a vivência traumática para produzir um Transtorno de Estresse Pós-Traumático se centralize em experiências humanas consideradas "fora do normal", como por exemplo, combates militares, torturas e desastres naturais, seqüestros, terrorismo, etc, também a agressão urbana cotidiana e desmedida, bem como o diagnóstico de uma doença potencialmente mortal, a ameaça de falência econômica e, conseqüentemente existencial, atualmente também tem sido suficiente agente estressante para produzir reações igualmente traumáticas (DSM-IV).
A busca de objetividade da psiquiatria sobre aquilo que, exatamente, poderia ser considerada uma vivência traumática suficiente para justificar grave estresse, tem sido uma atitude muitas vezes insensata. Seria o medo da morte, o medo da doença, do sofrimento, seria o componente econômico, familiar, social, ocupacional...? Enfim, como e o quê seria, exatamente, um motivo vivencial suficientemente estressante para ocasionar o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático ou mesmo de algum outro transtorno emocional?
Talvez seja o peso da somatória de uma série de estressores não tão grandes mas, em seu conjunto, suficientemente fortes para uma grande solicitação emocional adaptativa. Às vezes tem sido difícil identificar um determinado e específico estressor, dentro da constelação de vivências múltiplas que constituem a experiência da vida moderna, definitivamente associado às manifestações do estresse. Mas isso não quer dizer que teremos de "inventar" uma outra denominação para transtornos emocionais só porque não houve terremoto, guerra ou outra grande catástrofe.
O quadro do Transtorno por Estresse Pós-Traumático revive o antigo problema das relações entre acontecimentos traumáticos da vida e a eclosão de doenças emocionais. Dependendo de cada região ou país do mundo, os agentes causais do Transtorno por Estresse Pós-Traumático têm características e incidências próprias. Em alguns países o terrorismo é uma das principais manifestações da violência que contribui para a patologia pós-traumática, em outras regiões têm sido as catástrofes naturais, as guerras, etc (Medina, 2001). Em nosso caso, parece ser a violência urbana e a insegurança a que se submetem os cidadãos, os principais promotores do Transtorno de Estresse.
O Transtorno de Estresse Pós-Traumático se diagnostica quando uma pessoa volta a experimentar uma emoção traumática com evocações, lembranças, sonhos, cenas retrospectivas, ou até alucinações perturbadoras e intrusivas, tempos depois da ocorrência de um acontecimento fortemente estressor.
Ao experimentar o traumatismo o paciente costuma apresentar pesadelos e pensamentos invasivos (que independem se sua vontade) muito negativos, pessimistas e trágicos, ao evitar recordações do trauma faz com que ele evite situações relacionadas e afins (sair de casa, falar com estranhos, caminhar no escuro, ficar sozinho, etc). Havendo aumento da excitabilidade, apresentará perturbações do sono, hipervigilância, ansiedade e irritabilidade. Outras respostas emocionais, comumente associadas com tais traumatismos, são o desespero, os sentimentos de culpa por medidas tomadas ou evitadas e angustia.
Até certo ponto, o Transtorno por Estresse poderia ser considerado uma reação normal do organismo à um acontecimento anormal. Nesse caso o "defeito" seria mais do destino que da pessoa. Pensando assim, poderíamos tirar duas conclusões:
a - O trauma estressor é a causa exclusiva do Transtorno por Estresse Pós-Traumático e;
b - Esse estado mórbido pode ocorrer facilmente a qualquer pessoa, pois, de acordo com o conceito do CID-10 (Classificação Internacional de Doenças), para que um paciente seja classificado como portador de Transtorno De Estresse Pós-Traumático, deve ter vivenciado um estresse de tal magnitude que seria traumático para qualquer pessoa.
Apesar do conceito da CID-10, existe uma grande controvérsia quanto à possibilidade de uma vivência traumática ter como conseqüência, automaticamente, um transtorno emocional. É por isso que as pesquisas atuais estão dando mais importância ao aspecto subjetivo da vivência traumática capaz de produzir o estresse, do que ao estresse, propriamente dito. Os fenômenos psicofisiológicos do estresse são basicamente os mesmos entre as pessoas estressadas mas, diferentemente, as experiências traumáticas vivenciadas por essas pessoas podem ser bem diferentes.
Tendo em vista o fato de que, nem todas as pessoas expostas ao mesmo trauma desenvolvem algum transtorno emocional, podemos afirmar que o acontecimento traumático seria necessário mas não suficiente para o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático. Isso quer dizer que, embora o agente estressor esteja sempre associado ao desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático, ele pode não ser o único elemento a contribuir para seu desenvolvimento.
A atual literatura tem sugerido que o desenvolvimento do Transtorno por Estresse Pós-Traumático não depende só da gravidade do trauma em si, parecendo evidente que a sensibilidade afetiva e as experiências subjetivas de cada um são, no mínimo, tão importantes quanto ao trauma em si.
Nos últimos anos, estudos cada vez mais exaustivos do Transtorno por Estresse Pós-Traumático e dos possíveis mecanismos patogênicos envolvidos em sua eclosão, têm revelado um número de agentes estressantes continuamente crescente. Incluem-se, entre esses agentes estressores capazes de desenvolver o Transtorno por Estresse, desde conflitos bélicos, onde se descreveu inicialmente esse transtorno (antiga neurose de guerra), até os desastres naturais ou humanos, passando pela violência urbana, abuso físico ou sexual e as enfermidades ou acidentes com grave risco de vida (veja a página sobre TEPT).
Ballone GJ - Esgotamento - in. PsiqWeb, Internet - disponível em www.psiqweb.med.br,
Ah, é isso por hje...
Hje a preguiça me dominou...rs
Bjoooooooooos
E pensem...
PARA PENSAR:
"Esse vidro fechado
E a grade no portão
Suposta segurança
Mas não são proteção
E quando o caos chegar
Nenhum muro vai te guardar
De você, de você, de você
Protótico imperfeito
Tão cheio de rancor
É fácil dar defeito
É só lhe dar poder"
De Você - Pitty
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
KE: Oras, novamente o Déjà vu...
A expressão francesa, que significa “já visto”, é usada para indicar um fenômeno q acontece no nosso cérebro, e q afeta a maior parte da população mundial. O termo foi aplicado pela 1ªvez por Emile Boirac (1851-1917), um estudioso interessado em fenômenos psicológicos.
Déjà vu é quando nós vemos ou sentimos algo pela 1ª vez e temos a sensação de já ter visto ou experimentado aquela sensação anteriormente.
Estudiosos dizem q, essa sensação é causada por um estado do cérebro, de fatores neuroquímicos. Os especialistas afirmam que o déjà vu é uma experiência baseada na memória e que os centros de memória do cérebro e q são responsáveis pelo fenômeno.
E de acordo, com o estudioso Arthur Funkhouser existem três tipos de déjà vu:
Déjà vécu
Normalmente usado como 'já visto' ou 'já vivido assim,' déjà vécu é descrito em uma citação de David Copperfield de Charles Dickens.
Todos já tivemos alguma vez a experiência de uma sensação, que surge ocasionalmente, de que aquilo que dizemos ou fazemos já o fizemos ou dissemos anteriormente há muito tempo, ou de que já estivemos algures no passado rodeados das mesmas caras, objectos ou circunstâncias, ou de que sabemos perfeitamente o que se vai dizer em seguida como se de repente surgisse da nossa memória.
Quando a maioria das pessoas fala em déjà vu refere-se a situações de déjà vécu. Pesquisas revelaram que cerca de ⅓ de todas as pessoas tiveram experiências destas, mais frequentes e talvez com maior intensidade na faixa etária dos 15 aos 25 anos. A experiência está geralmente associada a um evento muito banal, mas é tão forte que é relembrada por muitos anos após ocorrer.
Déjà vécu refere-se a uma ocorrência que envolve mais do que a mera visão, pelo que é incorrecto classificá-lo como "déjà vu". A sensação é muito detalhada, o sentimento é de que tudo é exactamente como foi anteriormente, por isso, as teorias que advogam que a situação teria sido lida previamente ou vivida numa vida anterior são inválidas, uma vez que essas ocorrências nunca poderiam recriar a situação com exactidão seja devido à falta de sentido do envolvimento seja pela presença de um ambiente moderno.
Recentemente, o termo déjà vécu foi usado para descrever sensações muito intensas e persistentes do tipo déjà vu, que ocorrem como sintoma de uma perturbação da memória.
Déjà senti
Esse fenômeno especifica algo "já sentido". Mas sem o mesmo sentido de déjà vécu, déjà senti é primeiramente ou igualmente exclusivo para um acontecimento mental, sem aspectos precognitivos, e raramente, permanece na memória da pessoa logo depois.
O Dr. John Hughlings Jackson recordou as palavras de um de seus pacientes que sofreu de epilepsia psicomotora num trabalho científico de 1989:
Déjà visité
Essa sensação é menos comum e envolve um estranho conhecimento de um novo lugar. Quem passa por essa situação, pode conhecer tudo a sua volta em uma cidade que nunca tenha visitado antes. E ao mesmo tempo saber que isso não seria possível.
Sonhos, reencarnação e até uma "viagem fora do corpo" não estão excluídas da lista de possíveis explicações para esse fenômeno. Alguns acreditam que ler um informativo detalhado sobre um lugar pode causar este sentimento quando se visita esse local mais tarde. Dois exemplos famosos dessa situação foram descritos por Nathaniel Hawthorne em seu livro Our Old Home e por Sir Walter Scott em Guy mannering. Hawthorne reconheceu as ruínas de um castelo na Inglaterra e depois pôde verificar vestígios da sensação em uma peça escrita sobre o castelo por Alexander Pope, dois séculos atrás. C. G. Jung publicou um informativo sobre déjà visité em seu artigo no synchronicity em 1952.
Para diferenciar o dejà visité do dejà vécu, é importante identificar a causa da sensação. Déjà vécu é uma referência a ocorrências e processos temporais. Enquanto déjà visité tem mais ligações a dimensões geográficas e espaciais.
Jamais vu
Do francês para "nunca visto", a expressão significa explicitamente não recordar ver algo antes. A pessoa sabe que aconteceu antes, mas a experiência faz-se sentir estranha. Descrito frequentemente como o oposto do déjà vu, os jamais vu envolvem uma sensação de medo e a impressão de observador da situação pela primeira vez, apesar de, racionalmente, saber que estiveram na situação antes. Jamais vu é associado às vezes com determinados tipos de amnésia e de epilepsia. Um gracejo velho da internet classificou a este sentimento como o vujà dé presque vu: da língua francesa, significando "quase visto", mas não completamente, recordando algo. Frequentemente muito desorientador e distrativo, o presque vu conduz raramente a uma descoberta real. Frequentemente, alguém que experimente um presque vu dirá que está à beira de uma epifania (súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo.). Presque vu é muitas vezes referido por pessoas que sofrem de epilepsia ou de outras perturbações cerebrais relacionadas com convulsões, tais como labilidade do lóbulo temporal.
Bem, como vc pode perceber o Deja Vu esta muito presente no nosso cotidiano e já intrigou muita gente. Acredito que ele desencadei uma série de situações e reflexões pessoais e, q de certa forma é muito construtivo para amadurecimento de qql ser.
Esse fênomeno sempre ocasiona aquela pulguinha atrás da orelha, e desperta muitos seres pensantes para colocar suas cabeçinhas a funcionar.Então, gente é isso. Pensem já.....!
"Para Pensar'':
"...Sonhar só não dá em nada, é uma festa na prisão..."
Cazuzaquarta-feira, 14 de janeiro de 2009
KE: Destino da fênix
Meus caros!!!
Quanto tempo, não?!
Bem, depois de turbilhões na minha vida, eis que ressurgi das cinzas...acho q aceitei o destino da fênix...hehe
Sabem, acho q passei a pior e a melhor fase da minha vida ultimamente.
Algum tempinho atrás, encontrei uma pessoa que me causou algumas reacções q eu acreditava só existirem apenas nos grandes romances literários, senti aquele furacão dentro de mim, aquele borboletear na barriga, os olhos brilharem, coração esquentar, enfim me senti plena.
Vivi um sonho, me apaixonei, fui feliz, me permiti ter esperanças. Ri, chorei, rolei, brinquei, briguei, beijei, berrei e amei....É, eu deveria ter evitado muita coisa mas não consegui.
Ás vezes penso, q aparecem as pessoas certas na hora errada. Conheci o amor da minha vida e vivi esta paixão. Estive tão apaixonada. Queria um relacionamento pra vida toda, um conto de fadas. Infelizmente não consegui enxergar tdo com lucidez, me prendi em minhas fantasias, confundi a realidade e enlouqueci com cobranças, crises e ciúmes inúteis.
Se vcs imaginassem o ódio que me dá toda vez que eu imagino atitudes diferentes que eu deveria ter tomado. Essa maldita Epifania tardia. Meo, pq a minha ficha não caiu antes? Pq a gente só dá valor qnd perde?
Ai, assim não dá....
É, eu agi com crueldade, fui insana, ciumenta, bicho do mato, faltei com respeito, parasitei, me alterei totalmente em nome de uma paixão doentia. Perdi totalmente minha ética, meus valores, meus sonhos, minhas metas, me prendi em um mundo paralelo, uma bolha, perdi totalmente o meu valor, já não me achava suficiente, bonita, querida, ao menos deseja;
Queria muito ser insubstituível, mesmo sabendo q isso é impossível. Já estava a ponto de suplicar para que me amasse, mesmo sabendo q nunca me amaria qnt eu esperava. Queria encher meu ego com falsas promessas, emoções, sentimentos.
No calor da paixão até cometi o erro de me declarar, não que não fosse verdadeiro, sincero mas foi precipitado, infeliz. Realmente, eu o assustei e foi daí pra frente que coisa ficou feia. Ele não teve a reacção q eu esperava. Isso me apavorou, me desesperei, me ceguei e logo cheguei aos surtos. Tudo virou motivo, me descontrolei e além de sair do meu eixo, quis levar todo mundo pro buraco comigo.
Assim, q meu pavio acabou(pela 1ª vez!) tive a atitude desesperada de terminar tudo. Queria infinitamente ser amada, assim como eu o amava. Pedi muitos conselhos, não aceitei metade e acredito q na hora do nervoso os piores influenciaram muito. Ensaiei diálogos, conflitos e retóricas q não aconteceram nem de longe. Qnd o coloquei na parede, eu não segurei a barra. Chorei incontrolavelmente e berrei q qria me separar, q não aguentava mais toda situação. Bem, provavelmente até hje ele não me entendeu e de certa forma nem eu entendi. Não era o q eu qria e muito menos o q eu esperava. Eu, nem preciso dizer o qnt me arrependi, né?!...É, pois é....E essa não foi a pior...
Logo depois entrei numa depressão "daquelas", não qria comer, conversar, sair e só me permitia chorar e dormir.
Depois de um tempo tivemos q nos rever e no estado q eu me encontrava eu só qria e agia para q ele me odiassem pra assim poder esquecer de tudo radicalmente. Ele não olhava na minha cara, isso me machucava profundamente, imaginava o qnt ele devia estar sentindo livre sem uma louca do lado. Ele cantava, brincava, pulava e eu continuava a definhar....Eu qria sumir. Sair do estado, país, mundo eu só qria sumir!
Ele me procurou depois de um tempo,veio me abraçar e eu fui extremamente agressiva, erradia e cruel. Me arrependi, mas não qria falar. Eu sonhava com seus braços e arrancaria meu coração a sangre frio por um beijo. Logo, ele me deu uma lição de moral do q eu estava fazendo com a minha vida e aos poucos a gente voltou a se tratar bem e quase ficamos juntos novamente.
Com o dia-a-dia, os compromissos, a convivência acabamos nos envolvendo mais uma vez. Mas não falamos no assunto, só deixamos acontecer. Isso deveria ser ótimo para uma mente sã. Para minha pessoa foi enlouquecedor. Qria conversar sobre coisas mais séria, mas evitava, qria ter uma postura um pouco mais firme e não podia; Eu não podia fazer planos, pensar no futuro, tudo era incerto demais!...Eu não suportaria por muito tempo essa situação...E foi o q aconteceu.
Apesar de todos os esforços, de todas as mudanças, de todos os carinhos eu já não conseguia enxergar mais nada bom, nada suficiente, nada parecido com aquele "amante perfeito" dos meus devaneios, confundi a realidade e ainda me permitia fazer reclamações, cobranças e loucuras em pró de uma ilusão minha.
Na minha segunda crise ( 2ª vez q o meu pavio queimou até o talo...rs), eu realmente pirei.
Cai numa tristeza profunda, perdi o sentido da vida, não me suportava mais. E nem preciso falar o qnt isso sobrou para a relação, né?!Bem, depois de uma resposta atravessada tudo foi por agua abaixo, pois foi motivo para desenterrar problemas antigos e descontar todas minhas frustrações naquele momento. Foi horrível, logo dormi para me acalmar e qnd acordei não me reconheci mais naquela atmosfera gélida, me senti deslocada, rejeitada e traída por aquele clima provocante e ruim.É surtei. Fiz tudo q não deveria, chorei, quebrei, me machuquei, berrei....E adivinhem...?.....Dei o tiro de misericórdia nesse amor.
Esse dia foi o pior dia que já passei na minha vida. Foi uma sensação terrível, foi como se tivessem tirado numa carnificina meu coração, meus olhos, meus sonhos, viva...sentindo cada latejar...cedenta para acabar com a minha existência ali.
Bem, a vida continuou. As feridas ficaram e doem, doem muito. É, eu me apaixonei por uma ilusão,mas percebi q eu realmente AMO esse cara de "carne e osso" com cada defeitinho e qualidade, com tudo que lhe torna tão especial, tão ele. Pena, que percebi muitas coisas tarde demais... Mas eu estou aqui. Bola pra frente meo, esse é o jeito....!
Hje dei um rumo para minha vida, tracei metas, tenho novos objetivos e não vou negar q não penso no amor.Mas agora qro algo diferente, não qro frescuras, brigas sem sentido e futilidades, eu qro uma pessoa companheira, que me respeite, que seja divertida, aventurada e amorosa. Acho, q depois de um tempo esses são os únicos valores que permanecem mesmo, então pra que complicar?! Engraçado, penso muito mais numa estrutura sólida, responsável do que a paixão avassaladora tão sonhada, penso a longo prazo, quero compartilhar os meus objetivos, qro formar uma família daqui a alguns anos, qro sim ter meus filhos, qro passar os meus valores, minhas conquistas e qro q se orgulhem de mim com todos os motivos.
E de agora em diante vou fazer de tdo para que isso se torne possível!!!
Infelizmente só aprendemos qnd chegamos as cinzas e é aí que optamos deixar o vento levar os restos ou, criarmos forças e nos tornarmos esplendorosas fênix definitivamente.
Tudo é possível, e tudo acontece qnd nos permitimos arriscar...
Bem é isso pessoal, depois de tudo.... vou postar aqui a mitologia dessa Ave inspiradora.
FÊNIX
A fênix ou fénix (em grego ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega e egípcia que quando morria entrava em auto-combustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em vôo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A fénix, após erguer-se das cinzas, levava os restos do seu pai ao altar do deus Sol na cidade egípcia de Heliópolis (Cidade do Sol). A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
Os gregos provavelmente copiaram dos egípcios a idéia da fénix. Esses últimos adoravam "benu", uma ave sagrada semelhante à cegonha. O "benu", assim como a fénix, estava ligada aos rituais de adoração do Sol em Heliópolis. As duas aves somente representavam o Sol, que morre em chamas toda tarde e emerge a cada manhã.
Segundo a uma antiga versão russa tinha o nome de pássaro de fogo, na qual vivia em chamas.
A fénix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causava em outros animais, chegava a provocar a morte deles.
Segundo a lenda, apenas uma fénix podia viver de cada vez. Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípicia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.
Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.
- A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
- Para os gregos, a fénix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
- Os egípcios a tinham por "Benu" e estava sempre relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
- Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Roxo, Azul, Vermelha, Branco e Dourado.